22/07E 2015, é já amanhã!!! O meu diagnóstico de sempre, com um prognóstico recorrenteQuando os especuladores podem levar um país á ruína...!Não basta um país ser potencialmente rico, se a riqueza não for devidamente levantada e administrada. Sem qualquer tipo de pudor, um grande grupo de empresários brasileiros, suportados em desgovernos de favorecimento governamental, tomaram conta a cartel de uma elevação de preços desregulada nos últimos anos, a ponto de muitos produtos e bens, hoje, serem comercializados por valores surreais e não compatíveis com a economia da maioria das famílias.
Apesar de estar encadeada no mercado global, sendo afetada sectorialmente neste ou naquele fundamento, a economia brasileira, sofre essencialmente, de hemorragia interna e não de escuriaçõs ou traumatismos externos...!
A saber; a economia de hoje, funciona sobe comandos dos desmandos dos dias de ontem.
Como reverter tal situação...!?
Não é de todo fácil tapar buracos, quando estes se vão transformando em crateras(...) se não forem revistas as margens de lucro sobre os produtos, em função de um comércio livre e saudável, satisfazendo a competetividade, a mais valia e o real poder de compra, nunca será possível acertar o passo de uma economia de um país que tem economia de sobra, mas altamente desregulada na sua essência.
A falta de investimento, naquela que é altamente deficiente, a infraestrutura, castra o desenvolvimento em geral, mas sobretudo e principalmente o mau fluir das mercadorias, que a cada quilómetro percorrido por um camião, adiciona (queima) custos em dinheiro, em proveito de ninguém a uma "economia furada" ou de relevo perdido.
Á medida que a economia vai definhando, porque as empresas investem menos, lógicamente, vendem menos - mas porque ganham menos, não vão poder pagar mais. A mão de obra, tende a ficar mais barata. Entenda se agora, que ao abrandar do poder de compra das famílias, deixa bem claro, que haverá menos economia e menos emprego.
N/B - ao não se deixar que o mercado se auto regule, automaticamente, ele desregulará o seu real funcionamento com perdas que serão irremediáveis, ao longo dos próximos anos.
César Silva
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Cesar
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