terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Portugal em franca recuperação


Economia portuguesa surpreende o mundo e entra em franca recuperação;

http://economico.sapo.pt/noticias/programa-esta-a-produzir-resultados-em-portugal_185735.html
Gosto ·  ·  · 23/1 às 17:07 perto de Feira de Santana
  • 16 pessoas gostam disto.
  • Jose Oliveira Boa onda!!!!
  • Vila Do Conde kkkkkkkkkkkkkkkkk
  • Julio Borges isto e só para ter desculpa para roubar os aleijados a este tudo roubaram a sua organização
  • Jorge Lopes Boas noticias para levantar a moral (para quem anda em baixo astral)
    Não se aconselha compras de divida a 10 anos.
    http://economico.sapo.pt/.../ing-rating-de-portugal-deixa...
    economico.sapo.pt
    Banco ING antevê subidas do ‘rating' de Portugal para grau de investimento e rec...Ver mais
  • Fernanda Maria Durão Lopes Só acredita quem quer...... pensam que o povo, nós somos todos otarios não!!!!!
  • Pedro Contreiras Não me parece que seja uma questão de crença, até hoje o apuramento dos números macro têm tido toda a credibilidade. As previsões é que não têm sido muito acertadas. Se realmente este número foi apresentado é motivo de contentamento e não entendo atitudes que parecem zangadas com este facto. Depois de um esforço hercúleo por parte dos portugueses é com alegria que vejo que esse esforço deu resultado (ou está a começar a dar).
  • Fernanda Maria Durão Lopes Pedro Contreiras não sei onde mora.... com toda a certeza não é em Portugal .... porque são não tinha dito o que disse.... pois aqui cada vez as pessoas estão a viver pior a cada dia emigram 333 pessoas por dia .... isto é porque o País esta melhor... acho que não.... já emigraram mais pessoas em 2013 do que em toda a decada de 60... então acha isto motivo de contentamento eu que não entendo..... peço desculpa por este desabafo.....
  • Pedro Contreiras Prezada Fernanda. O motivo de contentamento é exactamente pelo facto de após todo o esforço exigido aos portugueses aparecerem indicadores positivos. Na economia os resultados sentidos pela população não são simultâneos com a melhoria dos indicadores económicos. Conheço bem os problemas de Portugal, as coisas não estão fáceis, tal como em outros países europeus. Não compartilho essa visão de hecatombe. Agora que os resultados são animadores....isso são e espero que dentro de algum tempo essa melhoria possa começar a ser sentida pela população.
  • Fernanda Maria Durão Lopes Engraçado agora que apresento números ninguém comenta ...venham para aqui viver com os nosso orenados miseraveis e depois falem... quer um exemplo ontem foi cento de emprego e deram uma proposta de emprego que era a seguinte: Licentura em Gestão e Markting, 3 a 6 anos de experiencia profissional falar corretamente Ingês, Francês e Mandarim ordenado 500€.. então este País esta melhor!!!!
  • Manuel Fernandes Sempre é melhor do que antes quando as previsões de um país de tanga ninguém aceitou. Ninguém quis sacrificios para prevenir. Quiseram e votaram 2 vezes nas facilidades, nos 150 mil empregos, no aumento das reformas, ... etc. Deu no que deu! Agora, depois e durante a crise (que algúns tudo fizeram para que se mantivesse, apenas pelo interesse eleitoral) dizem, esperemos que seja verdade, há sinais... Para mim já é um alívio, não cura, psicológico, falta-me o resto que espero melhore também!
    23/1 às 21:08 · Editado · Gosto · 1
  • Fernanda Maria Durão Lopes Não comento mais nada ... venham para cá e depois vejam para para quer... e depois falem ... eu não falo do Brasil porquê não sei da realidade, por isso não falem daquilo que não conhecem, tenho 54 anos estou para emigrar à espera de um visto sou Licenciada, falo Inglês, Francês, Espanhol, e Alemão tenho um curriculum que toda as pessoas dizem invejavel mas não me dá emprego... espero ter dito tudo... gostava que as pessoas falassem daquilo que realmente conhecem não daquilo que se diz na comunicação social ou na propaganda deste bandalhos que estão todos com o rabo entalado no BPN e companhia e já agora votei nestes sem vergonha que engaram toda a gente... não tenho mais nada a dizer....
  • César Ramos da Silva Além da crise económica, decorrem em simultâneo outras crises; a principal, é de paradigmas dos preconcebidos no século vinte e arrastados até aos dias de hoje pela sociedade portuguesa. O mundo mudou e vai continuar a mudar. Inclusivé, já escrevi em tempos um artigo, em cujo título era: "e quando o trabalho acabar?!" Existem ainda outras crises em paralelo, que agudizam os problemas duma crise económica, a dos valores e dos príncipios. A única absorvida, e que está em cisma das mentes em geral, é a da ecónomia. No que diz respeito a essa, as coisas estão bem encaminhadas... mas isso não quer dizer que, sejam resolvidos todos os problemas das pessoas em geral, num período a curto prazo. Não há milagres. A ecónomia vai-se degradando ou expandindo, quem o diz, são normalmente os números e indicadores negativos ou positivos. Por norma, quando entra em queda ou decadência nas curvas dos números, os resultados quase não são notados ou sequer perceptíveis no dia a dia, e quando o são, é aos poucos, sendo que os verdadeiros indicadores, quando começam a aparecer e se por acaso forem negativos, as populações, e muito ao jeito português, é tipico pensar-se; "deixa arder que o meu pai é bombeiro". A crise em Portugal iniciou-se no ano 2000, e foi-se agravando aos poucos, até que passados dez, doze anos, as pessoas sentiram no bolso e na falta de emprego. Foi aí, que mordiscaram o isco, e se engasgaram. Como elas se engasgaram, agora a dor e a sensação de fome, ainda não passou, até porque a comida não aumentou, nem aumentará muito mais nos próximos 5 anos - só que, tal como os indicadores negativos que trouxeram a marreta para dar na cabeça dos adormentados portugueses, começaram lá bem atrás... mas já eram negativos; também os indicadores positivos que agora pouco interessam ás pessoas, são apenas indicadores, mas, são esses indicadores que em pressistencia, que em acumulado positivo trarão a boa nova daqui a sete ou oito anos!!! Brindemos pois a eles!!!... Já agora, é por ler e ter consciência dos indicadores negativos do Brasil, de há cerca de quatro anos a esta parte, que fácilmente fui chegando á conclusão que 2015, 2016 e 2017, vão ser muito, mas muito difíceis de aceitar pela maioria dos mais conscientes cidadãos brasileiros, porque os menos conscientes, passarão sempre ao lado, como já estão habituados a passar. Tal como aconteceu em Portugal, continua-se a fazer muita política sem se governar. O preço a pagar é muito elevado. Os políticos tentam sempre fazer ver que eles estão certos e os outros errados. Mas quem está certo também tem dificuldade em passar a mensagem, tal como eu, modéstia á parte, e outros tivemos em Portugal, escrevendo ineterruptamente desde 2002, 2003, chamar a atenção para o precepício que estavamos a caír. A resposta era quase e invariávelmente, sempre a mesma; "deixa-te de péssimismos"!!!
    26/1 às 19:45 · Editado · Gosto · 11
  • Jorge Lopes O mundo esta a mudar rapidamente é verdade, mas um país como Portugal com pouco mais 10 milhões de habitantes não tem rumo. Limita-se fazer mais do mesmo por ter sido manietado pelos partidos que alternadamente vão satisfazendo grupos de interesses. Agora com um governo, uma maioria um presidente, e o que é que mudou? Com a desculpa da Troika iniciaram um processo de empobrecimento do país e vão alimentando esperanças de novos amanhãs que tão cedo não vão chegar, Há alternativas? Claro que há. Comecem por unir os portugueses e quando tiverem dado provas de que são serios então peçam , sacrificios e talvez tenham uma surpresa agradavel. Mas isso não é com esta classe politica instalada e a gerir o pote.
  • Alberto Ribas o que mais me enerva, é que tenho quase a certeza que estes sacrifícios não vão servir para nada, pois daqui a uns anos quando tudo estiver melhor, de certeza que vai voltar ao mesmo de sempre: dar tudo a toda a gente para conquistar votos, e o povo habituado a que tudo tem que vir do "estado".
    24/1 às 7:55 · Gosto · 3
  • Jorge Rosmaninho Se este caminho der certo, então o Mundo está perdido. Empobrecer um país mais pobre da Europa é o caminho então os cientistas sociais e econômicos devem enforcar-se.
  • Paulo Simões A verdade é que não podemos trabalhar como marroquinos e ter salários de nórdicos. Ou se entra rapidamente num rumo de aumento da produtividade ou não temos nenhuma hipótese. E só ha duas firmas de aumentar instantaneamente a produtividade - baixando a cotação da moeda (que é o que esta a acontecer no Brasil) ou reduzindo salários e outros custos de produçao (energia,impostos sobre as empresas, por exemplo). No longo prazo, temos que melhorar noutros fatores - qualificaçao dos trabalhadores e empresários, redução da burocracia, foco em areas estratégicas, adoçao e desenvolvimento de novas tecnologias, melhor Justiça, etc.
  • Rui Silva A verdade é que esta austeridade só afetou os remediados e os pobres, porque para outros, nunca houve crise. Basta ver os lucros pornográficos que apresentam. O mais triste disto é que a fatia de orçamento destinada a esta gente não só não foi tocada, como ainda aumentou. Não me venham falar de retomas e índices e outras tretas similares. É tudo conversa da treta e é só para inglês ver. A realidade está aí e não são números, índices e tabelas que a vão escamotear.
  • Jorge Rosmaninho Há uma contradição : se o povo não poder de compra como aumentam os lucros da empresa ? Estão no mercado externo ? Só pode.
  • Paulo Simões Claro que só pode ser, Jorge Rosmaninho! Um país de 10 milhões de habitantes não tem nenhuma hipótese de crescer se nao vender para o mercado externo! O mercado interno é pequeno demais para alimentar progresso. O que aconteceu nos últimos 20 anos é que vivemos à custa dos subsídios da UE e do crédito bancário, sem criar riqueza que suportasse o nosso aumento de nível de vida. Mas isso não foi só em Portugal, foi em toda a Europa (excepto Alemanha e alguns nórdicos). Até mesmo em França os socialistas já perceberam que têm que entrar em austeridade, o Hollande anunciou na semana passada cortes de 50 mil milhões!!!
  • Paulo Simões Dina Faria, a pergunta é pertinente mas, agora, não tenho tempo para explicar. Mais logo posso retornar ao assunto, se ainda for oportuno. Cumprimentos.
  • Jorge Rosmaninho Há alguma razão talvez na dose, porém Portugal nestes 20 anos evoluiu e muito, construiu infra estruturas necessárias para poder competir com os parceiros. É modelo em vários setores. Querer destruir o trabalho feito é o maior erro deste governo fraco e ignorante. Não há exceções como alega. Holanda tem 200% de dívida em relação ao PIB. Tem tecnologia e como pagar com pequeno risco.
  • Paulo Simões A dívida pública da holanda é 73% do PIB. A Holanda é um bom exemplo de como um pequeno Pais pode ser competitivo.
  • Rui Duarte O problema da Holanda é a dívida privada.
  • Paulo Simões Se contabilizarmos a dívida pública e privada de Portugal, estaremos perto dos 450% do PIB...
  • Jorge Rosmaninho Há dívida, não é tudo isso, mas há um PAÌS.
  • Rui Duarte Jorge Rosmaninho aceito que diga que há um país, mas quando já não há dinheiro para honrar os compromissos (saúde, educação, justiça) com o próprio povo, diga-me uma coisa: como é que um Estado (Portugal) que chegou a esta situação, resolve a questão?
  • Paulo Simões O problema é que as dívidas são para pagar...
  • Manuel Portugal Ferreira Gosto da ideia... Dividas para pagar. Ou nao...
  • Paulo Simões A Argentina não pagou. E veja quão bem estão...
  • Paulo Simões Dina Faria, a sua informação não é correta. O Estado Islandes recorreu ao FMI e não deixou de honrar os psgamentos da sua dívida soberana. O que a Islândia não pagou foram compensaçoes exigidas pelo Reino Unido e Holsnda relativos a depósitos de nacionais destes psises
  • Paulo Simões ... Em bancos islandeses que faliram
  • Laís Olsen Brasil ta indo pra falência tb. Argentina ta indo pro fundo do poço e vai puxar o Brasil já que a Argentina é um dos maiores importadores do Brasil.
  • Laís Olsen O bom do Brasil é que tem um mercado interno forte. O que vai fuder o Brasil é se não controlarem a taxa inflacionária.
  • Rui Duarte O que vai " f..." o Brasil é ser governado por uma " quadrilha".
  • Laís Olsen Todo país é governado por uma quadrilha. Acha que os Estados Unidos é governado por santos?
  • Rui Duarte Continue a fazer este tipo de comparações, é meio caminho andado para perpetua-los no poder...
  • Paulo Simões Não pagou porque nao devia. O caso foi julgado por um tribunal europeu que deu razão à Islândia. E, sejamos honestos, comparar o caso da Islândia, cujo número de habitantes é mais ou menos igual ao da Madeira, com o de Portugal, não é a melhor das comparaçoesw
  • Paulo Simões O cenceito de estratégico dá para tudo. Já saudáveis, é muito discutivel que o fossem, do ponto de vista de gestão. Na minha opinião o Estado deve estar na Educaçao, Saúde, Justiça, Segurança Social e pouco mais.
  • Jorge Rosmaninho Na ditadura militar no Brasil, o mundo para segurar a nação enfiou dinheiro goela abaixo da Nação, construiu-se muita coisa, infraestruturas, Itaipu, roubou-se muito, mas fizeram que deu condições para darmos um salto hoje. Já estão superadas novos investimentos precisam-se. Eram 70 milhões hoje mais de 200 milhões. Trabalhar e ser inteligente e decente para levar o País a um lugar que merece. Chegará. Portugal não é diferente, era medieval e em 40 anos tornou-se um País. O povo deu a resposta. Dizer que a culpa é dos outros é primário.
  • Paulo Simões Jorge Rosmaninho, acho que o Senhor fala assim porque não é contribuinte em Portugal. Se o fosse, não gostaria de estar a pagar, dos seus impostos, auto-estradas onde quase não passam carros, BPN's que não foram devidamente supervisionados e outros desmandos dos irresponsaveis que governaram o Pais nos últimos 20 anos.
  • Jorge Rosmaninho Vou todos os anos e faço questão de pagar portagens. Quem usa é o povo este é que paga. Governo é povo e este tem conforto tem que pagar. a A1 sempre esteve em reformas porque havia gargalos que não suportavam o trânsito. As SCUTS sempre foram pagas, mas diziam que tinham sido feitas com $$ da Europa. Erro do governo não ser transparente. tenho Orgulho do Portugal de hoje, mas não deste governo medíocre e mentiroso.
  • José Ferreira da Cunha Economia em recuperação... ? ou control de custos e consequentemente do défice?
  • Jorge Rosmaninho Empobrecer um povo já pobre, mas nem milagre tirará a Nação do atoleiro. No Brasil já passamos por isso.
  • Paulo Simões Difícil discutir com quem acha que dinheiro nasce em árvore ou que dívidas não são para pagar. Tenho orgulho em Portugal mas nenhum nesta geraçao, que o conduziu a esta situaçao de ter de ajoelhar e fazer o que outros impõem para que possa pagar contas. Espero que a lição tenha sido aprendida.
  • Jorge Rosmaninho Falta de conhecimento como funciona a Macroeconomia.
  • Paulo Simões Esse comentário, vindo de si, soa a piada carnavalesca
  • Jose Manuel Mundo parou todos querem ir a Portugal para pedirem explicações ao governo como se faz para atingir tal objetivo.Alias não se fala em mais nada heheh que dizer sem comentários.
  • Julio Borges como ir para Portugal se eles ate aos aleijados estão roubando tudo assim o fizeram a este
  • César Ramos da Silva A culpa é nossa. A culpa é de todos! Para quê tentar deitar a culpa nos outros apenas...?! Se cada português tivesse feito o trabalho que lhe competia, teria sido evitado passar por uma crise destas. Além da crise económica, decorrem em simultâneo outras crises; a principal, é de paradigmas dos preconcebidos no século vinte e arrastados até aos dias de hoje pela sociedade portuguesa. O mundo mudou e vai continuar a mudar. Inclusivé, já escrevi em tempos um artigo, em cujo título era: "e quando o trabalho acabar?!" Existem ainda outras crises em paralelo, que agudizam os problemas duma crise económica, a dos valores e dos príncipios. A única absorvida, e que está em cisma das mentes em geral, é a da ecónomia. No que diz respeito a essa, as coisas estão bem encaminhadas... mas isso não quer dizer que, sejam resolvidos todos os problemas das pessoas em geral, num período a curto prazo. Não há milagres. A ecónomia vai-se degradando ou expandindo, quem o diz, são normalmente os números e indicadores negativos ou positivos. Por norma, quando entra em queda ou decadência nas curvas dos números, os resultados quase não são notados ou sequer perceptíveis no dia a dia, e quando o são, é aos poucos, sendo que os verdadeiros indicadores, quando começam a aparecer e se por acaso forem negativos, as populações, e muito ao jeito português, é tipico pensar-se; "deixa arder que o meu pai é bombeiro". A crise em Portugal iniciou-se no ano 2000, e foi-se agravando aos poucos, até que passados dez, doze anos, as pessoas sentiram no bolso e na falta de emprego. Foi aí, que mordiscaram o isco, e se engasgaram. Como elas se engasgaram, agora a dor e a sensação de fome, ainda não passou, até porque a comida não aumentou, nem aumentará muito mais nos próximos 5 anos - só que, tal como os indicadores negativos que trouxeram a marreta para dar na cabeça dos adormentados portugueses, começaram lá bem atrás... mas já eram negativos; também os indicadores positivos que agora pouco interessam ás pessoas, são apenas indicadores, mas, são esses indicadores que em pressistencia, que em acumulado positivo trarão a boa nova daqui a sete ou oito anos!!! Brindemos pois a eles!!!... Já agora, é por ler e ter consciência dos indicadores negativos do Brasil, de há cerca de quatro anos a esta parte, que fácilmente fui chegando á conclusão que 2015, 2016 e 2017, vão ser muito, mas muito difíceis de aceitar pela maioria dos mais conscientes cidadãos brasileiros, porque os menos conscientes, passarão sempre ao lado, como já estão habituados a passar. Tal como aconteceu em Portugal, continua-se a fazer muita política sem se governar. O preço a pagar é muito elevado. Os políticos tentam sempre fazer ver que eles estão certos e os outros errados. Mas quem está certo também tem dificuldade em passar a mensagem, tal como eu, modéstia á parte, e outros tivemos em Portugal, escrevendo ineterruptamente desde 2002, 2003, chamar a atenção para o precepício que estavamos a caír. A resposta era quase e invariávelmente, sempre a mesma; "deixa-te de péssimismos"!!!
    27/1 às 0:43 · Gosto · 1

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